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CÂNCER DE OVÁRIO

Embora o câncer de ovário seja um tumor ginecológico pouco frequente, ele costuma ser
diagnosticado em cerca de 75% dos casos em estágios avançados, uma vez que causa sintomas
inespecíficos e muitas vezes é assintomáticos nos estágios iniciais. Consequentemente, há
menor chance de cura.


QUAIS OS FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE OVÁRIO?
São fatores de risco:
* Idade: Há um aumento de incidência com a avançar da idade, sendo incomum antes dos 40
anos;
* História familiar: é o fator de risco isolado mais importante, sendo 10% dos casos com
histórico familiar e 90% são cânceres esporádicos;
* História pessoal e familiar de câncer de mama, intestino e útero;
* Terapia de reposição hormonal na menopausa;
* Obesidade;
* Mulheres que não tiveram filhos e nunca amamentaram, dentre outros.


QUAIS OS SINTOMAS PROVOCADOS PELO CÂNCER DE OVÁRIO?
No início geralmente é assintomático. O mais frequente é o aparecimento de sintomas em
estágios mais avançados da doença, ou seja, quando a doença já se disseminou para outros
órgãos. Os sintomas comuns incluem dor e inchaço abdominal, dificuldade na alimentação
com sensação de plenitude, aumento da frequência e urgência em urinar, cansaço,
desconforto abdominal, perda de peso, alterações menstruais, dentre outros. Entretanto, tais
sintomas são inespecíficos, podendo estar relacionados a outros tipos de tumores, bem como
a outras doenças não cancerígenas, o que pode levar a suspeita de outras patologias,
dificultando ou atrasando o diagnóstico.


COMO SE FAZ O DIAGNÓSTICO DO CÂNCER DE OVÁRIO?
O diagnóstico baseia-se na história e dados clínicos, associados a exames de laboratório (como
marcadores tumorais) e exames de imagem (destacando-se a ultrassonografia transvaginal e a
Ressonância Magnética Pélvica). Outros exames de imagem podem dar informações adicionais
e auxiliar no estadiamento da doença e planejamento terapêutico. A confirmação da doença é
realizada por laporatomia e biópsia do tumor.


QUAL O TRATAMENTO DO CÂNCER DE OVÁRIO?
O tratamento varia muito dependendo do estágio que se encontra a doença, bem como do
tipo histológico de tumor ovariano e condições clínicas da paciente, podendo ser necessário
cirurgia, quimioterapia, radioterapia, cuidados paliativos, ou combinações destes. Tumores
menores e confinados ao ovário têm maior chance de cura, entretanto, como na maioria dos
casos o tumor de ovário é descoberto já em estágios avançados, geralmente a chance de cura
é baixa.
Preventivamente, recomenda-se hábitos e dietas saudáveis, atenção aos fatores de risco, ao
aparecimento de sintomas persistentes e visitas regulares ao ginecologista.

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